Dados do Acervo - Dissertações

Número de Chamada   
 
CETD    UFSC    PPSI    0185   
Autor Principal Daufemback, Valdirene
Demais autores Botome, Silvio Paulo, orientador
Autor(es) Entidade(s) Universidade Federal de Santa Catarina . Programa de Pós-Graduação em Psicologia .
Título Principal Condições de aprisionamento e condições de aprendizagem de encarcerados / [dissertação] / Valdirene Daufemback ; orientador, Sílvio Paulo Botomé. -
Publicação Florianópolis, 2005.
Descrição Física 240 f. ; il., grafs., tabs. ; 30 cm
Notas Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia.
Inclui bibliografia
Acesso Eletrônico http://www.tede.ufsc.br/teses/PPSI0185.pdf
Notas de Resumo A prisão tem sido bem sucedida quanto à finalidade de segregar pessoas, mas apresenta péssimos resultados quanto aos aspectos de aprendizagem de comportamentos para viver em sociedade e para a prevenção e enfrentamento da criminalidade e da violência. A ocorrência de aprendizagens na prisão depende do ambiente, dos procedimentos, dos relacionamentos, das atividades e do funcionamento em geral da organização. Esses fatores podem ser considerados contingências ambientais. Diversos estudos têm examinado as decorrências dessas contingências ambientais da prisão para as pessoas presas. Dentre eles, uma descoberta relevante considera a organização da sociedade como parte do problema da criminalidade e, por isso, também precisa ser reformulada como condição para mudar os comportamentos-problema dos seus componentes. Caracterizar as contingências ambientais e as aprendizagens que ocorrem na prisão possibilita um conhecimento que poderá contribuir na reformulação da organização prisional e da sociedade. Para isso, foi examinado um presídio do Estado de Santa Catarina, por meio de observação direta dos aspectos relacionados às instalações físicas, de observação indireta de características dos presos, utilizando documentos oficiais, e de observação indireta, sobre a percepção e a vida dos presos, com o uso de entrevista com presos com menos de um ano de prisão, entre um a três anos de prisão e com mais de três anos de prisão. A Psicologia pode contribuir para modificar as contingências na prisão, na medida que não fique a serviço da função vingativa da instituição, mas sim a serviço da aprendizagem para a cidadania. Essa contribuição, porém, depende de um conhecimento preciso, claro, completo e fidedigno sobre os sistemas de contingências que constituem as condições constituintes do aprisionamento e da organização que o realiza e administra.
Numero de Controle local 221614
Número controle Bibliodata SC000834158
Assuntos Psicologia
Psicologia organizacional
Prisioneiros
Aprendizagem
Prisões - Aspectos psicologicos